Unesco condena assassinato de radialista brasileiro no Amazonas
BR

30 setembro 2011

Vanderlei Canuto Leandro, 32 anos, foi morto a tiros na cidade de Tabatinga, em 1º de setembro.

[caption id="attachment_205749" align="alignleft" width="350" caption="O radialista apresentava o programa “Sinal Verde” na cidade de Tabatinga"]

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.*

A Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, condenou o assassinato do radialista brasileiro, Vanderlei Canuto Leandro.

O profissional, que trabalhava para a “Rádio Frontera”, na cidade de Tabatinga, no estado do Amazonas, tinha 32 anos.

Corrupção

Ele foi morto a tiros, por homens armados, no dia 1º de setembro. O radialista era conhecido por denunciar casos de corrupção na região.

Em nota, a diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, disse que “o crime que tirou a vida de Vanderlei Canuto Leandro tem de ser investigado e seus autores levados à justiça.”

Para Bokova, a impunidade nesses casos não deve ser tolerada por ameaçar a democracia e o estado de direito.

O radialista apresentava o programa “Sinal Verde” na cidade de Tabatinga.

Segundo o Comitê de Proteção de Jornalistas, Canuto Leandro havia registrado queixa, em maio, na promotoria da cidade por estar recebendo ameaças de morte.

*Apresentação: Luisa Leme.

 

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