No Dia Marítimo Mundial, ONU destaca resposta à pirataria
BR

29 setembro 2011

Organização Marítima Internacional, OMI, defende coordenação de esforços entre governos e setor privado para combater o problema, que se alastra especialmente no Oceano Índico.

[caption id="attachment_205617" align="alignleft" width="350" caption="OIM chama alerta para pirataria no Dia Marítimo Mundial "]

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.*

“Uma Resposta Orquestrada à Pirataria”. Este é o tema do Dia Marítimo Mundial, marcado neste 29 de setembro.

Segundo as Nações Unidas, a pirataria causou, até o ano passado, uma perda estimada de US$ 7 bilhões, equivalentes a cerca de R$ 12 bilhões.

Resgate

Casos de pirataria, várias vezes, terminam em morte. Muitas vítimas foram sequestradas em alto mar na Costa da Somália e na tentativa de resgate, acabaram perecendo.

Para marcar o 34ª. Dia Marítimo Mundial, a OMI escolheu o tema para chamar a atenção da indústria de navegação e da comunidade internacional para os desafios da pirataria moderna.

O secretário-geral da agência, Efthimios E. Mitropoulos, afirmou que as alianças da ONU, governos e indivíduos além de operadores de navios e tripulantes, todos têm um papel em eliminar a ameaça pela pirataria, especialmente no Oceano Índico.

Vítimas

O chefe da OMI também afirmou que a comunidade internacional já alcançou um certo progresso no combate aos ataques de piratas, mas segundo ele o problema ainda permanece.

Mitropoulos defendeu a captura, julgamento e punição de todos que participam de atos de pirataria. Ele lembrou de marinheiros, navegantes e turistas que estão, no momento, em mãos de piratas, e pediu a liberação imediata das vítimas.

*Apresentação: Luisa Leme.

 

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