Marfinenses buscam apoio para se tornarem “economia emergente”

27 setembro 2011

Ministro das Finanças pede apoio monetário substancial da comunidade internacional; Banco Mundial considera nação fundamental para o desenvolvimento económico e social da África Ocidental.

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

O ministro da Economia e Finanças da Cote d’Ivoire, Charles Koffi Diby, reiterou a necessidade de um apoio “financeiro substancial” da comunidade internacional para a recuperação do país na fase pós-conflito.

Diby pediu apoio dos parceiros económicos para a aposta das autoridades em transformar, brevemente, o país numa economia emergente.

Reconstrução

Parceiros económicos da nação, também conhecida como Costa do Marfim, reuniram-se, em Washington, para discutir as reformas propostas pelas autoridades, com vista a estimular o crescimento e combater a pobreza.

O país emerge de uma crise que terminou em meados de Abril, com a rendição do ex-presidente Laurent Gbagbo. A acção marcou o fim de meses de violência que se seguiu à sua recusa em deixar o poder após derrota eleitoral nas presidenciais de Novembro de 2010.

Reformas

Uma mesa redonda foi organizada, em Washington, pelo Banco Mundial e o Banco Africano de Desenvolvimento. O objectivo da iniciativa  era garantir o apoio da comunidade internacional para a reconciliação, reconstrução e esforços de crescimento no país.

O Banco Mundial refere que o país deve reformar o sector do cacau, de que é o maior produtor do mundo, para atingir o ponto de conclusão da iniciativa para os Países Pobres Altamente Endividados, Hipc.

Desenvolvimento Económico

A vice-presidente do Banco Mundial para África, Obiageli Ezekwesili, considerou a Cote d’Ivoire fundamental para o desenvolvimento económico e social de toda a sub-região, com uma população de cerca de 100 milhões.

Ezekwesili realçou que o bem-estar dos marfinenses é fundamental para a estabilidade e transformação das nações vizinhas, através de ligações económicas e sociais.

 

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