Portugal vai contribuir para missão da ONU na Líbia, diz Passos Coelho

26 setembro 2011

Sem revelar números, primeiro-ministro português diz esperar que a medida venha a aliar esforços para devolver a confiança ao país do Norte de África.

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

Portugal vai contribuir para a missão da ONU na Líbia, disse o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho.

Sem revelar números do contingente, o chefe do governo português disse à Rádio ONU, em Nova Iorque, após discursar na Assembleia Geral, que a acção faz parte das medidas para restaurar a confiança no país do Norte de África.

Contingente

“Nós vamos integrar este grupo de missão de paz que decorre da resolução que foi aprovada. Será um pequeno contingente, mas estaremos associados a toda esta missão que visa, no essencial, dar apoio nesta primeira fase em que o novo governo líbio se está a instalar e a preparar para as futuras eleições”, apontou.

Portugal preside o Comité de Sanções do Conselho de Segurança à Líbia. A propósito, Passos Coelho contou que o país tem vindo a acelerar o processo de descongelamento de bens da Líbia.

Forças de Segurança

A decisão foi tomada pelo órgão, no princípio do ano, na sequência de repressão pelas forças de segurança do coronel Muammar Kadafi aos protestos pró-democráticos.

Na semana passada, uma reunião da ONU aprovou planos das novas autoridades de transição. O encontro também enalteceu os esforços para a implementação da Missão da ONU para a Líbia, com a sigla Unsmil, que terá um mandato inicial de três meses.

 

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