Presidente dos Estados Unidos pede entendimento entre Israel e palestinos
BR

21 setembro 2011

Esforço pela paz entre os dois lados foi o tema central do discurso do presidente dos Estados Unidos na Assembleia Geral da ONU; ele prometeu cortar pela metade número de tropas norte-americanas no Afeganistão e no Iraque até o fim de 2011.

[caption id="attachment_205121" align="alignleft" width="350" caption="Barack Obama reconheceu que há frustração com a falta de progresso nas negociações entre Israel e a Autoridade Nacional Palestina"]

Victor Boyadjian, da Rádio ONU em Nova York*

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou que “pouco progresso” foi feito na formalização de um Estado palestino independente.

No ano passado, na mesma tribuna da Assembleia Geral, Obama defendeu a criação do Estado coexistindo com Israel.

Frustração

A Autoridade Nacional Palestina informou que pedirá, oficialmente, às Nações Unidas para se tornar país-membro da organização. Segundo Mahmoud Abbas, presidente palestino, a soliticação ocorrerá nesta sexta-feira.

Ao discursar na Assembleia Geral, logo após a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, Barack Obama falou sobre a lentidão nas negociações de paz para o Oriente Médio.

Obama reconheceu que há frustração com a falta de progresso nas negociações. E acrescentou que o impasse só será resolvido quando israelenses e palestinos passarem “a enxergar os pontos de vista uns dos outros.”

O presidente americano dedicou a maior parte do discurso na ONU falando de paz.

Primavera Árabe

Ele comemorou a queda do que chamou de regimes ditatoriais no mundo árabe e a captura de Osama Bin Laden, ex-lider da organização Al-Qaeda.

Outro ponto de destaque no discurso do presidente americano foi a promessa de retirada de tropas norte-americanas do Iraque e do Afeganistão.

Tropas

Barack Obama informou que até o final do ano, a presença das tropas será reduzida pela metade nos dois países, onde os Estados Unidos têm militares.

Obama também prometeu avanços na redução do arsenal nuclear em acordo com a Rússia e defendeu um reforço das instituições que possam ajudar no combate à propagação destas armas.

*Apresentação: Luisa Leme.

 

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