Acesso a métodos de planeamento familiar reúne mulheres na ONU

7 setembro 2011

Representantes de países incluindo Moçambique, Burquina Faso e Etiópia devem analisar formas de reduzir bens de saúde reprodutiva; estima-se que mais de 200 milhões de mulheres não têm acesso a métodos seguros.

[caption id="attachment_204229" align="alignleft" width="350" caption="A iniciativa apoia vários países necessitados a melhorar os seus abastecimentos e acesso a planeamento familiar"]

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

Experiências de sucesso e desafios na área de segurança materna e saúde reprodutiva reúnem, a partir desta quarta-feira, em Nova Iorque, primeiras-damas, governantes e especialistas de países em desenvolvimento.

Durante dois dias, representantes de países incluindo Moçambique, Burquina Faso, Etiópia e Haiti analisam formas de redução da disparidade entre os países no acesso a bens de saúde reprodutiva para salvar a vida de mulheres.

Testes de HIV

O Fundo da ONU para a População, Fnuap, inclui na  lista de materiais componentes como preservativos, testes de HIV e de sífilis para cuidados pré-natais.

Os bens de saúde reprodutiva incluem equipamento para salas de operações, cuidados obstétricos de emergência, tratamento de cancro do colo do útero e biossegurança.

Ajuda aos Pobres

Em 2001, o Fnuap lançou um programa global de ajuda aos países para a adopção de métodos previsíveis e planeamento para garantir o fornecimento dos bens de saúde reprodutiva e garantir a sua utilização.

De acordo com a agência, a iniciativa, que já teve US$ 300 milhões, apoia vários países necessitados a melhorar os seus abastecimentos. O Fnuap estima em mais de 200 milhões o número de mulheres que pretendem usar métodos seguros e eficazes de planeamento familiar mas não podem ter acesso.

 

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