ONU destaca impacto dos avanços para potenciais investidores na Guiné-Bissau

1 setembro 2011

Em entrevista à Rádio ONU, presidente da Comissão das Nações Unidas  para a Consolidação da Paz no país, Maria Luiza Ribeiro Viotti, aborda visita que vai incluir contactos para apoio a projectos locais.

[caption id="attachment_202236" align="alignleft" width="350" caption=" Maria Luiza Ribeiro Viotti "]

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

Avanços alcançados na administração e gestão económica na Guiné-Bissau enviam mensagem positiva a potenciais investidores, disse a presidente da Comissão da ONU para a Consolidação da Paz no país, Maria Luiza Ribeiro Viotti.

Em entrevista à Rádio ONU, antes de sua visita ao país,  a decorrer até sexta-feira, a também embaixadora do Brasil junto das Nações Unidas falou do apoio da ONU  às autoridades nacionais no processo de estabilização.

Comunidade Internacional

“Esses avanços mostram que é possível, com apoio da comunidade internacional, e sobretudo com os próprios esforços do país, avançar no sentido da consolidação da paz é isso que nós queremos apoiar”, disse.

Viotti disse que terá discussões com as autoridades guineenses sobre um plano de criação de um fundo de pensões para viablizar a reforma de militares que devem passar para a reserva. Uma reunião sobre a questão deve ser realizada em Nova Iorque, antes do final deste ano.

Sociedade Civil

A diplomata falou em abordar com a sociedade civil guineense, incluindo mulheres e líderes religiosos, o apoio a vários projectos, como parte da estratégia de consolidação da paz.

“Essas conversas se desenvolvem no contexo mais amplo da estratégia integrada de consolidação da paz, mas também no contexto de questões específicas ligadas, por exemplo, ao emprego jovem e aos esforços de construção da paz para apoiar projectos de formação profissional de jovens e  promoção de empregos”, afirmou.

Revitalização Económica

Em Junho, o Fundo de Construção da Paz concedeu US$ 16,8 milhões para a reforma do sector da defesa e segurança, reconciliação, diálogo nacional e a revitalização económica entre 2011 e 2013.

O valor deve ser atribuído à criação de emprego para jovens, mulheres e militares desmobilizados.

 

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