Consumo da droga requer intervenções conjuntas, aponta Unodc

26 julho 2011

Director executivo da agência elogia o Irão, pioneiro na oferta de terapias de substituição de ópio; programa nacional deve reabilitar mais de 100 mil pessoas por ano.

[caption id="attachment_202194" align="alignleft" width="350" caption="O Irão tem 1,2 milhão de usuários de drogas como o ópio"]

Eleutério Guevane, da Rádio ONU, em Nova Iorque.

O uso de drogas é um problema de saúde que requer intervenções conjuntas de comunidades, governos e agências internacionais no Irão, aponta o Escritório da ONU sobre Drogas e Crime, Unodc.

O director executivo da agência, Yury Fedotov,  saudou o facto de o país ser um dos pioneiros na região a oferecer terapias de substituição de ópio além de  executar programas de prevenção do HIV/Sida em centros de tratamento para usuários de drogas.

Terapias de Substituição

Fedotov visitou recentemente o Irão, que tem 1,2 milhão de usuários e é apontado como um dos que regista um dos maiores números de dependentes do mundo. Cerca de 2,26 % da população entre 15-64 anos depende de opiáceos.

O chefe do Unodc observou que o programa de cooperação da agência no Irão, para o período entre 2011 e 2014, vai promover abordagens baseadas em evidências para a saúde pública. A iniciativa pretende igualmente proteger indivíduos, famílias e comunidades da dependência de drogas e do HIV.

Programas de capacitação específica e advocacia serão igualmente levados a cabo por centros residenciais, instalados em mais de 26 províncias iranianas, com uma capacidade para reabilitar mais de 100 mil pessoas por ano.

 

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