Reforma do Conselho de Segurança precisa entrar em fase decisiva
BR

19 julho 2011

Declaração foi dada pelo presidente da Assembleia Geral, Joseph Deiss, durante vista ao México; Brasil é um dos países que buscam mudanças para se candidatar a um assento permanente.

[caption id="attachment_201870" align="alignleft" width="350" caption="Deiss afirmou que a reforma do Conselho de Segurança é um passo importante para a governança global"]

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.*

O presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas, Joseph Deiss, afirmou que o órgão precisa entrar em negociações reais sobre a reforma do Conselho de Segurança.

Ele mencionou mudanças no tamanho do órgão, que atualmente tem 15 membros incluindo cinco permanentes, e na natureza da pertença ao grupo.

Flexibilidade

O Brasil é um dos países que advogam a reforma do órgão. O governo brasileiro já informou, publicamente, que pretende se apresentar a um assento permanente quando as mudanças ocorrerem.

O apelo de Joseph Deiss pela restruturação do Conselho foi feito durante uma visita ao México, nesta semana. Segundo ele, é preciso mostrar flexibilidade na busca de uma solução.

O presidente da Assembleia Geral disse ainda que a reforma do Conselho de Segurança seria um passo importante no sistema de governança global. Para ele, o órgão precisa contemplar a realidade da nova ordem mundial.

Ele pediu aos 193 países-membros da ONU que assumam suas responsabilidades, iniciem negociações reais de forma construtiva.

Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança são: China, França, Estados Unidos, Grã-Bretanha e Rússia. Entre os 10 países com assentos rotativos estão dois de língua portuguesa: Brasil e Portugal.

 

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