ONU quer que Brasil tenha papel central na luta contra tuberculose
BR

9 junho 2011

Enviado especial do Secretário-Geral para o combate à doença e ex-presidente de Portugal, Jorge Sampaio, diz que vai sugerir o tema à presidente Dilma Rousseff.

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

O enviado especial das Nações Unidas para o Combate à Tuberculose, Jorge Sampaio, disse à Rádio ONU que gostaria que o Brasil assumisse a liderança, entre os países emergentes, da luta contra a doença.

O convite deverá ser feito, pessoalmente, pelo enviado da ONU e ex-presidente de Portugal, Jorge Sampaio, à presidente Dilma Rousseff.

Organizações Internacionais

“Eu acho que o Brasil tem tido um sucesso, como hoje é manifestamente conhecido na luta contra o HIV/Aids. Sabendo, perfeitamente, que tem excelentes especialistas, excelentes programas no combate à tuberculose. Pode não só alargar este combate, mas pode, ao nível das organizações internacionais, onde está representado, assumir uma liderança. No sentido de que essas coisas não são coisas para esquecer, mas são coisas para por na linha de frente das preocupações dos líderes. E combater estas combinações letais que fazem tão mal ao desenvolvimento dos países emergentes. Até, inclusivamente, foi o que tenho vindo a sugerir, e vou sugerir a senhora presidente do Brasil, podem efetivamente, tomar a liderança, colocar esta questão na agenda, como questão fundamental”, afirmou.

O Brasil é um dos 22 países com o maior número de infecções no mundo.  Segundo a Organização Mundial da Saúde, OMS, em 2009, os três maiores índices de detecção de casos foram registrados no Brasil, na Rússia e na África do Sul.

Para as Nações Unidas, com políticas de saúde apropriadas, governos do mundo inteiro podem salvar 1 milhão de vidas até 2015.

 

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