UIT quer rapidez na distribuição de banda larga em comunidades pobres
BR

7 junho 2011

Recomendação faz parte de relatório divulgado, nesta segunda-feira, pela União Internacional das Telecomunicações e pela Unesco; segundo as agências, sem investimento no setor, países correm sério risco de ficar em desvantagem.

[caption id="attachment_197189" align="alignleft" width="350" caption="Comissão de Banda Larga para o Desenvolvimento Digital"]

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.*

Governos de todo o mundo precisam implementar de forma rápida planos nacionais de banda larga, ou vão correr um sério risco de ficar em desvantagem.

A afirmação faz parte de um relatório da União Internacional de Telecomunicações, UIT, e da Unesco. Para as agências, no mundo atual com tecnologia digital de alta velocidade, é preciso aumentar o acesso de populações inteiras a este tipo de serviço.

Provedores

O relatório “Banda Larga: Uma Plataforma para o Progresso” foi lançado nesta segunda-feira, em Paris, pela Comissão para o Desenvolvimento Digital de Banda Larga.

O documento argumenta que os países devem promover políticas que estimulem os provedores a oferecer a banda larga a preços acessíveis e justos.

O serviço também ajuda a criar empregos. Segundo a Comissão Europeia, o braço executivo da União Europeia, mais de 2 milhões de postos de trabalho podem surgir na Europa associados à banda larga até 2018.

O mesmo estudo revela que no Brasil, 1,4% de crescimento dos níveis de emprego ocorreu por causa do serviço.

Os destinos com os preços mais baixos de banda larga são Mônaco, Macau (China), Liechtenstein, Estados Unidos e Austrália.

*Apresentação: Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

 

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