Papel dos sectores público e privado na expansão da saúde em África

7 junho 2011

Pesquisa do Banco Mundial analisa de forma sistemática a relação entre os dois sectores no continente e define aspectos a serem melhorados.

[caption id="attachment_197177" align="alignleft" width="350" caption="Maior apoio entre os dois sectores"]

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

O ritmo do cumprimento das metas de saúde na África Subsaariana seria mais acelerado, com mais parcerias entre os sectores público e privado, aponta um novo relatório do Banco Mundial.

O estudo “Parcerias Saudáveis: Como os Governos Podem Envolver o Sector Privado na Melhoria da Saúde em África”, é baseado em dados recolhidos em 45 países da região.

Melhorias

Além de descrever os níveis de envolvimento dos sectores privado e público, a pesquisa, pioneira em analisar de forma sistemática a relação entre os dois sectores no continente, define pontos a serem melhorados pelas partes.

O documento recomenda o uso da influência exercida por ambos os sectores para que sejam encontradas soluções eficazes para os desafios de saúde.

Implementação

O relatório observa que dos 45 países estudados, 39 detém leis para regulamentar o sector privado, mas apenas 12 as implementam. Por outro lado, a inspecção às instituições de saúde do sector privado é feita em cinco países.

O estudo segue-se ao “Negócios da Saúde em África”, efectuado em 2007. De acordo com a pesquisa, metade dos serviços de saúde do continente são implementados pelo sector privado e defende uma parceria com o sector público, incluindo a introdução de melhorias nos regulamentos de fiscalização.

 

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