Desafios de implementação de igualdade de género em Moçambique

31 maio 2011

Em mesa redonda, em Genebra, relatora da ONU diz que país precisa de melhorias ao lado do Quénia, Albânia, Equador, México e Venezuela.

Eleutério Guevane da Rádio ONU em Nova Iorque.

Moçambique está entre os países que devem colocar em prática a igualdade de género já prevista por lei, disse a relatora da ONU para a independência de juízes e advogados, Gabriela Knaul.

A perita citou igualmente o caso de países como o Quénia, Albânia, Equador, México e Venezuela numa mesa redonda, em Genebra,  que teve a intervenção dos relatores da ONU para execuções sumárias e para empresas transnacionais, além de representantes de vários países.

Aproveitamento

Falando à Rádio ONU após o encontro, o embaixador de Angola em Genebra,  Arcanjo Nascimento, disse que os países citados no informe devem fazer o aproveitamento da cooperação traduzida no trabalho dos relatores  com vista a melhorar o seu desempenho.

“Não podemos considerar uma investigação. Isto é parte do trabalho de promoção dos direitos humanos que incumbe às Nações Unidas”, afirmou.

Obstáculos

Os desafios apontados no relatório incluem os obstáculos de acesso da mulher à justiça, no que considerou “feminização da pobreza”, além de leis, políticas, planos e programas que discriminem a mulher.

Gabriela Knaul trabalhou em Moçambique em Agosto e 10 de Dezembro de 2010. Ela examinou factores de impacto na independência do poder judicial  e as condições para assegurar a independência dos funcionários do sector no exercício das actividades.

 

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