Civis são alvos de grupos armados em Cote d’Ivoire, refere o Ocha

28 abril 2011

De acordo com o Escritório da ONU, milícias armadas continuam a atacar populações no oeste do país; Conselho de Segurança renova embargo de armas por mais um ano.

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

Milícias armadas continuam a atacar populações civis marfinenses no oeste, onde o espectro da insegurança impede o trabalho de funcionários humanitários, referiu esta quinta-feira o Escritório de Ajuda Humanitária, Ocha.

Um informe publicado indica que grande parte das aldeias da região estão desertas e os habitantes que decidiram permanecer carecem de água, comida e assistência médica.

Clínicas

De acordo com agências humanitárias no país, também conhecido como Costa do Marfim, durante as últimas semanas, vários afectados receberam ajuda humanitária através de clínicas móveis.

Um estudo levado a cabo pela Organização Mundial da Saúde, no leste, aponta para a paralisação de mais de metade dos hospitais e centros de saúde devido à falta de pessoal, pilhagem de medicamentos e equipamento médico e insegurança.

Missão

O Ocha aponta como motivo de grande preocupação a existência de 28 mil deslocados agregados numa missão católica, que carecem de um novo refúgio com melhores condições.

Num outro desenvolvimento, o Conselho de Segurança renovou esta quinta-feira, por mais um ano o embargo às armas imposto a Cote d'Ivoire em 2004.

 

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