FAO apoia rede africana para reforçar mercado de sementes

28 abril 2011

Com sede em Nairobi, iniciativa deve fazer a testagem, implementar leis para harmonizar o sector e promover o controlo de qualidade.

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

A Organização da ONU para Agricultura e Alimentação, FAO, anunciou esta quinta-feira a criação de uma rede pan-africana de laboratórios para testagem de sementes. A iniciativa, apoiada pela agência da ONU, junta igualmente a União Africana e a Rede Africana sobre Sementes.

De acordo com a FAO, o objectivo do Fóum para a Testagem de Sementes para África, Fast, é a harmonização do mercado continental de sementes tradicionais e não tradicionais.

Testagem

Com sede na capital queniana Nairobi, o Fast deve igualmente implementar leis para o sector, além de promover o controlo de qualidade e propor protocolos sobre safras para empresas dos sectores público e privado.

Robert Guei, especialista da FAO, defendeu que "por vários anos, o problema da fraca qualidade das sementes prejudicou a agricultura em África, tendo levado ao fracasso da revolução verde no continente".

Para tal, a iniciativa prevê promover a troca de germoplasma, a fonte de variabilidade genética disponível para melhorar plantas e o intercâmbio de inovações entre laboratórios de sementes do continente.

 

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