Contributo dos afrodescendentes pode ser ampliado

21 março 2011

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

Não obstante os progressos alcançados no combate à discriminação racial, não se pode considerar que esta luta esteja a ser vencida, defende o historiador da Guiné-Bissau, Leopoldo Amado.

Em entrevista à Rádio ONU, da Cidade da Praia, ele apontou para a existência de estigmas raciais difíceis de combater, frisando ser importante que haja uma maior equidade e que a cor da pele não seja tida em conta para tomada de decisões.

Leopoldo Amado disse que o combate ao racismo passa também pela "desmistificação da pertença especialização dos negros para as áreas culturais e desportivas." Ele justifica que muitos afrodescendentes já revelaram capacidades de estar nas mais diferentes áreas e contribuir com a sua forma de estar, cultura e saber para um mundo melhor.

Neste 21 de Março, as Nações Unidas marcam o Dia pela Eliminação da Violência e Discriminação Racial.

Acompanhe a entrevista.

Tempo: 10´12´´

Parte 1

Parte 2

 

 

♦ Receba atualizações diretamente no seu email - Assine aqui a newsletter da ONU News
♦ Baixe o aplicativo/aplicação para - iOS ou Android
♦ Siga-nos no Twitter! Assista aos vídeos no Youtube e ouça a rádio no Soundcloud