Unesco quer maior proteção para jornalistas

22 dezembro 2010

Comitê de Proteção aos Jornalistas revela que pelo menos 42 profissionais do setor foram mortos em 2010.

Alessandra Ribeiro, da Rádio ONU em Nova York.

A Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, reforçou o apelo para que a liberdade de imprensa seja garantida.

A diretora-geral da agência, Irina Bokova, pediu maior segurança para jornalistas e outros profissionais de mídia em áreas de conflito ou de instabilidade.

Mortes

Segundo um relatório do Comitê de Proteção aos Jornalistas, CPJ, pelo menos 42 profissionais foram mortos em 2010.

Irina Bokova diz que, apesar das mortes terem diminuído em relação a anos anteriores, o número ainda é "muito alto e inaceitável".

O levantamento do CPJ mostra que os ataques suicidas e os protestos violentos aumentaram a proporção de mortes.

Ranking

O Paquistão lidera o ranking de países com o maior número de jornalistas mortos em conflitos: oito profissionais. Em seguida vem o Iraque, com quatro. Honduras e México tiveram o mesmo número de jornalistas mortos: três.

A diretora-geral da Unesco também lamentou a morte do jornalista da rede de TV Al-Anbar, Omar Rasim al-Qaysi, durante um ataque suicida no Iraque, no último dia 12 de dezembro.

Ela pediu que países com áreas de conflito "façam o possível para melhorar as condições de segurança de trabalho dos jornalistas."

 

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