Passaportes biométricos em Moçambique

24 novembro 2010

Encontro destaca os elevados padrões de segurança e outras garantias de eficácia que os biométricos oferecem no processo de tráfego, sobretudo no ramo da aviação civil do continente africano e no Médio Oriente.

[caption id="attachment_172851" align="alignleft" width="175" caption="Foto: Icao"]

Manuel Matola, da Rádio ONU em Maputo

A Organização Internacional de Aviação Civil, Icao, anunciou a realização de um seminário regional sobre máquinas de leitura óptica de documentos, biometria e normas de segurança de quarta-feira até o dia 26 deste mês, na capital moçambicana, Maputo.

O evento, co-organizado pelo governo de Moçambique, visa dotar aos participantes de conhecimentos amplos e exaustivos sobre as vantagens, benefícios e relevâncias dos passaportes biométricos.

Eficácia

Em 2009, Moçambique introduziu o bilhete de identidade e, no início deste ano, emitiu os primeiros passaportes biométricos.

O encontro da Icao, em Maputo, destacará os elevados padrões de segurança e outras garantias de eficácia que os documentos biométricos oferecem no processo de tráfego, sobretudo no ramo da aviação civil.

Durante três dias, mais de 300 delegados vão discutir as normas de gestão de identidade e questões relacionadas com a segurança nas fronteiras, especialmente do continente africano e Médio Oriente.

O último dia do seminário será dedicado aos desafios de capacitação, com especial referência aos documentos de viagem e falhas de segurança nas fronteiras, bem como as respectivas soluções, através de projectos de cooperação técnica.

 

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