Brasil diz que tolerância é a chave para evitar extremismo
BR

27 setembro 2010

Afirmação foi feita pelo chanceler Celso Amorim em reunião do Conselho de Segurança sobre terrorismo internacional, nesta segunda-feira.

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.*

O Brasil defendeu mais tolerância como forma de evitar o extremismo e a polarização no mundo.

A afirmação foi feita pelo chanceler Celso Amorim, numa reunião do Conselho de Segurança, nesta segunda-feira.

Convenção Global

Amorim discursou ao lado da secretária de Estado americana, Hillary Clinton, do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, e do ministro do Exterior da França, Bernard Kouchner, entre outros.

Para o chanceler brasileiro, é preciso ainda concluir, de forma urgente, as negociações para uma convenção global da ONU sobre terrorismo.

Em seu discurso, Ban Ki-moon pediu uma estratégia global e abrangente, além de mais esforços nas áreas de educação, desenvolvimento e diálogo intercultural como uma maneira de evitar o aumento do terrorismo.

Já a secretária americana, Hillary Clinton, disse que o combate ao problema ultrapassa "a simples prisão dos terroristas."

*Apresentação: Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

 

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