Unicef pede a Angola para dobrar investimento em saúde
BR

26 agosto 2010

Agência da ONU elogiou queda nas taxas de mortalidades infantil e materna, e solicitou ao governo para investir 15% dos atuais 6,4% em melhorias para crianças e mulheres.

João Rosário, da Rádio ONU em Lisboa.*

O Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, em Angola, elogiou o anúncio sobre redução dos casos de mortalidades materna e infantil, no país, e pediu um aumento nos investimentos com a saúde.

Segundo o governo angolano, desde 2002, a morte de crianças com menos de cinco anos caiu de 250 para 195 por cada mil nascimentos. No mesmo período, a taxa de mortalidade materna teria sido reduzida mais que pela metade, passando a 600 óbitos por cada mil partos.

Atendimento

Ao elogiar os resultados, o representante do Unicef, em Angola, Koen Vanormelinger, pediu ao governo que melhore os investimentos com a saúde. Atualmente o governo gasta 6,4% do Produto Interno Bruto, PIB, no setor. A proposta do Unicef é elevar este investimento para 15% do PIB.

Para o Unicef, "o acesso, em nível nacional ao atendimento especializado de saúde na hora do parto é fundamental para reduzir as mortes das mães e dos recém-nascidos".

Os resultados na queda da mortalidade materno-infantil surgiram após uma campanha nacional em Angola para combater a morte de mulheres e crianças no país.

*Apresentação: Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

 

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