Unesco condena assassinato de repórter na Indonésia
BR

26 agosto 2010

Ridwan Salamun morreu em 21 de agosto durante reportagem sobre conflito entre moradores de dois vilarejos, nas ilhas Molucas.

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

A Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, condenou o assassinato do jornalista indonésio Ridwan Salamun.

Ele foi morto em 21 de agosto durante uma reportagem sobre um conflito entre moradores de dois vilarejos nas Ilhas Molucas.

Hospital

A diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, disse que a imparcialidade de repórteres como testemunhas de eventos deve ser algo inviolável.

Bokova pediu ao governo da Indonésia que faça todo o esforço para apurar as circunstâncias do assassinato e assegurar que a justiça será feita.

A rede sobre Liberdade de Expressão Internacional e Intercâmbio e a Aliança da Imprensa do Sudeste da Ásia informaram que o jornalista estava investigando o conflito entre os moradores.

Ele foi morto com vários golpes de faca, chegou a ser levado para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos.

Um dia após o crime, jornalistas em Jacarta, capital da Indonésia, e em Bali, um dos destinos turísticos mais importantes do país, saíram às ruas em protesto pelo assassinato do repórter.

 

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