ONU satisfeita com primeiras eleições livres na Guiné-Conacri

6 agosto 2010

A agência da ONU para os Direitos Humanos dá particular importância ao modo como correu o processo eleitoral neste país africano que conheceu dois líderes em 50 anos de independência.

[caption id="attachment_183171" align="alignleft" width="170" caption="Guiné-Conacri "]

João Rosário, da Rádio ONU em Lisboa.

O escritório do alto comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Ohcrh, regista o modo com as recentes eleições na Guiné-Conacri foram as primeiras consideradas livres e democráticas desde a independência do país, em 1958.

O escritório do alto comissariado da ONU para os Direitos Humanos e outros parceiros internacionais ajudaram o governo e a sociedade civil nos esforços para garantir eleições livres e justas.

Acompanhamento

A agência da ONU tem uma delegação no país com uma equipa especializada que trabalhou o acompanhamento da situação dos direitos humanos durante todo processo eleitoral.

Este gabinete tem como missões acompanhar as eleições, evitar todas as formas de violência, garantir um melhor entendimento sobre os direitos humanos e dar capacidade às organizações locais para acompanharem processos eleitorais.

O escritório do comissariado da ONU para os Direitos Humanos realça o alcance das eleições dizendo que desde a independência, a 28 de Setembro de 1958, a Guiné-Conacri nunca teve eleições democráticas, livres e justas.

A agência acrescenta que em 50 anos o país conheceu apenas dois líderes, ambos ditadores e que durante este período o desenvolvimento económico foi reduzido e milhares de pessoas desapareceram, foram torturadas e executadas.

 

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