Pnuma lança publicação sobre terremoto de Sichuan
BR

7 julho 2010

Documento, divulgado nesta quarta-feira, reflete dois anos de cooperação com o governo da China sobre a resposta à tragédia de maio de 2008; segundo a agência, houve aumento de conscientização sobre as questões ambientais e ecológicas no processo de recuperação.

Daniela Traldi, da Rádio ONU em Nova York.

Os impactos ambientais e os trabalhos de reconstrução após o terremoto na província chinesa de Sichuan, em 2008, estão em nova publicação do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Pnuma.

Segundo a agência da ONU, o documento, lançado nesta quarta-feira, reflete dois anos de cooperação com o governo da China sobre a resposta à tragédia.

Peritos

O terremoto de 12 de maio de 2008 afetou 70 milhões de pessoas, destruiu cerca de 6,5 milhões de casas e obrigou 15 milhões de chineses a evacuarem suas residências. Cerca de 70 mil pessoas morreram na tragédia, que deixou milhares de desaparecidos.

O Pnuma informa que se envolveu nos esforços imediatos de recuperação após o desastre, com envio de peritos para avaliação, aconselhamento de autoridades nacionais e provinciais sobre a gestão de impactos ambientais e com orientações sobre a reconstrução.

De acordo com a agência, houve aumento de conscientização sobre as questões ambientais e ecológicas dentro do planejamento e elas foram incluídas no processo de recuperação.

Coordenação

As ações coordenadas entre especialistas internacionais e representantes chineses incluíram temas como a contaminação dos recursos hídricos e do solo, a eliminação de resíduos perigosos de saúde e a gestão de grandes quantidades de entulho.

Algumas medidas tomadas pela China foram elogiadas pelo Pnuma, como a orientação para comunidades sobre áreas que poderiam ser usadas para reconstrução e quais deveriam permanecer isoladas, com base em avaliação de risco ambiental e desastres.

 

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