Unesco condena assassinato de jornalista paquistanês
BR

26 fevereiro 2010

Irina Bokova afirmou que crimes desse tipo sem punição minam o respeito pelos direitos humanos e pelas leis; Ashiq Ali Mangi tinha 30 anos, era repórter de um canal de televisão privado e teria sido alvo devido à cobertura de uma disputa local entre dois grupos étnicos.

[caption id="attachment_173346" align="alignleft" width="175" caption="Irina Bokova"]

Daniela Traldi, da Rádio ONU em Nova York.

A diretora-geral da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, Irina Bokova, condenou o assassinato do jornalista de televisão paquistanês Ashiq Ali Mangi.

Bokova disse que os ataques contra jornalistas constituem uma séria e inaceitável ameaça à democracia, que está baseada no direito humano fundamental de liberdade de expressão.

Punição

Ela afirmou que crimes desse tipo sem punição minam o respeito pelos direitos humanos e pelas leis.

Irina Bokova elogiou as declarações de autoridades do Paquistão de que o crime, que classificou como brutal, será investigado e os culpados levados à justiça.

Segundo a Unesco, Mangi andava de moto em direção a um clube de imprensa na cidade de Gambat, norte de Karachi, em 17 de fevereiro, quando foi alvejado por dois homens não identificados que fugiram do local.

Disputa

Ele tinha 30 anos, era repórter de um canal de televisão privado e teria sido alvo devido à cobertura de uma disputa local entre dois grupos étnicos.

De acordo com o Comitê para Proteção de Jornalistas, o Paquistão foi o quarto país com mais mortes de jornalistas em 2009.

Apresentação Eduardo Costa Mendonça, da Rádio ONU em Nova York.

 

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