ONU: 3,5 milhões de haitianos vivem em áreas afetadas pelo terremoto
BR

13 janeiro 2010

Coordenador humanitário das Nações Unidas, John Holmes, afirmou que ainda não é possível estimar o número de mortos e feridos; ele disse que a ONU está extremamente preocupada com o impacto humanitário no país.

Daniela Traldi, da Rádio ONU em Nova York.

O coordenador humanitário das Nações Unidas, John Holmes, disse nesta quarta-feira que a organização estima entre 50 e 100 funcionários desaparecidos na área onde ficava o prédio da Missão da ONU no Haiti, Minustah, na capital Porto Príncipe.

Segundo Holmes outras 38 pessoas da equipe do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Pnud, no país ainda não foram localizadas.

Impacto

Em coletiva de imprensa em Nova York, John Holmes afirmou que ainda não é possível estimar o número de mortos e feridos.

Ele confirmou a informação divulgada pelo subsecretário-geral do Departamento de Manutenção das Operações de Paz, Alain Le Roy, de que pelo menos cinco corpos foram retirados dos escombros do edifício da Minustah.

Holmes disse que a ONU está extremamente preocupada com o impacto humanitário do terremoto devastador no Haiti.

Abalo

O coordenador humanitário ressaltou que o abalo principal de 7.0 na escala Richter foi sentido por volta das 16h53 de terça-feira na ilha caribenha, seguido por vários outros tremores.

John Holmes enfatizou que cerca de 3,5 milhões de pessoas vivem em áreas que teriam sido fortemente afetadas pelo terremoto. Ele disse que a população do Haiti é de mais de 9 milhões de pessoas.

 

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