Nações Unidas combatem HIV no Brasil e África
BR

20 novembro 2009

O Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime, Unodc, divulgou uma série de medidas recentes para conter a propagação do vírus no Brasil e no sul da África; a presença do HIV pode crescer até 90% em dois anos em comunidades onde existem drogas injetáveis.

[caption id="attachment_159462" align="alignleft" width="175" caption="HIV em presídios"]

Daniela Traldi, da Rádio ONU em Nova York.*

O HIV é um problema devastador entre prisioneiros e usuários de drogas injetáveis e, em quase todos os países, a presença do vírus é maior dentro dos presídios do que fora deles.

A conclusão é do Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime, Unodc, que divulgou nesta quinta-feira uma série de medidas recentes para combater o problema, principalmente no Brasil e na África.

Risco

O Unodc cita que o risco de infecção aumenta por causa da falta de conhecimento e educação, dentro do sistema carcerário, em relação aos riscos de contaminação e transmissão, à ausência de medidas preventivas e serviços de saúde.

A agência da ONU também lembra que muitos, após serem soltos, retornam à comunidade onde se envolvem com múltiplos parceiros e usam drogas.

E a presença do vírus HIV pode crescer até 90% em dois anos em locais onde existem drogas injetáveis.

O Unodc lançou esta semana, em parceira com outras agências, uma rede de apoio dentro das prisões sul-africanas para ajudar no combate à propagação do vírus entre os encarcerados.

No Brasil o Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime fechou parceria com o governo brasileiro e organizações não-governamentais para criar programas educacionais de treinamento para jovens líderes portadores do HIV e Aids.

*Apresentação: Eduardo Costa Mendonça, da Rádio ONU em Nova York.

 

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