Vacinas salvam vidas e devem ser financiadas (Português África)

16 novembro 2009

Apelo foi feito por ministros da saúde de mais de 20 países em desenvolvimento, antes de importante reunião da Aliança Gavi, no Cambodja; segundo a parceria, muitos países pobres aumentaram os seus índices de imunização contra doenças comuns e letais, na última década.

[caption id="attachment_172671" align="alignleft" width="175" caption="Foto: OMS"]

Carlos Araújo, da Rádio ONU em Nova Iorque.

Ministros da Saúde de países em desenvolvimento vão reunir-se esta semana em Hanói, no Cambodja, para destacarem o papel das vacinas na proteção e desenvolvimento das crianças.

O 4º Fórum dos Parceiros da Aliança Gavi terá lugar de 18 a 20 deste mês. A iniciativa inclui o Unicef, a OMS, o Banco Mundial, a Fundação Bill e Melinda Gates e representantes da indústria de vacinas de países industrializados e de países em desenvolvimento.

Compromisso

Antes do início da reunião, ministros de mais de 20 nações pobres apelaram aos doadores para manterem o seu compromisso com programas de imunização.

O ministro da Saúde do Guiana, Leslie Ramsammy, disse que as vacinas oferecem uma das formas mais baratas e seguras de proteção a crianças. Ele afirmou que elas salvam vidas melhoram a saúde e garantem a prosperidade a longo prazo.

Uma nota da Aliança Gavi realça que graças ao apoio sustentado de doadores ao longo da última década, muitos países pobres aumentaram os seus índices de imunização contra doenças comuns e letais.

No início deste ano, o Ruanda tornou-se o primeiro Estado em desenvolvimento a introduzir uma vacina contra a pneumonia, meningite e sepsia, no seu programa nacional de vacinação. A vacina já existia desde o ano 2000 mas só estava disponível em países ricos.

Estas doenças são as que mais matam crianças com menos de cinco anos no mundo inteiro.

Rotavirus

A Aliança Gavi acrescentou a vacina contra o rotavirus ao seu pacote de vacinas em 2006, após recomendação da OMS de que ela deveria ser incluida em todos os programas nacionais de imunização.

Segundo a a agência da ONU, pelo menos 500 mil pessoas morrem todos os anos de diarreia após contrair o vírus. E cerca de 2 milhões são hospitalizadas por causa da doença.

 

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