OIM e Zimbabué debatem reforço do papel da diáspora

30 outubro 2009

Segundo dados do órgão, os migrantes zimbabueanos contribuem para o desenvolvimento do seu país, enviando remessas que, em 2007, representaram cerca de 7,2% do Produto Interno Bruto; mas migração também contribui para escassez de recursos humanos.

Carlos Araújo, da Rádio ONU em Nova Iorque.

O governo do Zimbabué e a Organização Internacional para Migrações, OIM, reuniram-se esta sexta-feira, em Joanesburgo, para discutir o envolvimento da diáspora zimbabueana na reconstrução sócio-económica do seu país.

A África do Sul é um dos principais destinos para migrantes zimbabueanos que procuram uma vida melhor no estrangeiro. Estima-se que cerca de 3 milhões vivem actualmente nesse país vizinho. Muitos nacionais do Zimbabué emigraram também para outros Estados africanos.

Recursos Humanos

Segundo dados da OIM, os migrantes zimbabueanos contribuem para o desenvolvimento do seu país, enviando remessas que, em 2007, representaram cerca de 7,2% do Produto Interno Bruto.

Mas a migração também afecta o crescimento económico da nação da África Austral, contribuindo para uma escassez significativa de recursos humanos em vários sectores chave.

A reunião de Joanesburgo é financiada pela União Europeia e conta com a participação de altos funcionários governamentais, representantes da sociedade civil e do sector privado, doadores e especialistas da OIM.

O evento segue-se a consultas iniciais que a Organização Internacional para Migrações manteve com representantes da diáspora zimbabueana na África do Sul.

 

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