Mianmar liberta grupo reduzido de presos políticos
BR

18 setembro 2009

Ban Ki-moon voltou a pedir a libertação de todos os que ainda continuam detidos no país, por razões políticas, incluindo a líder da oposição, San Suu Kyi.

Carlos Araújo, da Rádio ONU em Nova York*.

O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, saudou a libertação de um número reduzido de presos políticos em Mianmar.

Em comunicado divulgado nesta sexta-feira pela sua porta-voz, Ban voltou a pedir às autoridades birmanesas para libertarem todos os que continuam detidos, incluindo a líder da oposição, Aung San Suu Kyi.

Transição Democrática

Ele apelou ainda ao reforço da reconciliação nacional e da transição democrática.

O Secretário-Geral relembrou no comunicado que após a sua vista ao país asiático, em julho, ele pediu às autoridades para responderem de maneira credível à várias das suas propostas. A libertação de todos os prisioneiros políticos era uma delas.

Ban indicou que a libertação da Prêmio Nobel da Paz e dos demais presos políticos é um passo necessário em direção a um processo de reconciliação inclusivo.

Prisão Domiciliar

San Suu Kyi foi condenada em agosto a 18 meses de prisão domiciliar, após ter sido considerada culpada de violar as leis de segurança do país.

Mianmar é liderada por uma junta militar. O partido da Prêmio Nobel da Paz, a Liga Nacional para a Democracia, ganhou as eleições em 1990, mas foi impedido de assumir o poder pelos militares.

*Apresentação: Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

 

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