Democracia no Timor

27 agosto 2009

Secretário-Geral da ONU enviou mensagem de saudação ao povo timorense pelos 10 anos da consulta popular que levou o país à independência; em uma mensagem Ban disse que o mundo assistiu com admiração a forma como os eleitores timorenses exerceram o seu direito à auto-determinação.

Carlos Araújo, da Rádio ONU em Nova York*.

O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, felicitou o povo do Timor-Leste pelos 10 anos da consulta popular que conduziu o território à independência.

Em uma mensagem divulgada nesta quinta-feira, Ban disse que a evolução do país demonstra o poder dos métodos pacíficos na mudança do curso da história.

Referendo

Os timorenses foram chamados às urnas em 30 de Agosto de 1999, para decidirem o seu futuro e 78,5% optaram pela separação da Indonésia, abrindo caminho para a independência.

O Secretário-Geral descreveu a participação do povo do Timor Leste no referendo de corajosa, afirmando que o mundo assistiu com admiração a forma como os eleitores timorenses exerceram o seu direito à auto-determinação.

Segundo agências de notícias, o resultado da consulta popular, monitorada pela ONU, gerou uma reação violenta das milícias integracionistas que, com o apoio do exército indonésio, deixaram cerca de mil mortos e 250 mil deslocados.

Caminho para a Paz

Ban Ki-moon afirmou na sua mensagem que a construção de um país nunca é fácil e que houve retrocessos.

Ele realçou, contudo, que o persistente povo do Timor-Leste respondeu aos desafios e mostrou ao mundo que a democracia é o melhor caminho para a paz sustentável e o desenvolvimento.

*Apresentação: Marco Alfaro, da Rádio ONU em Nova York.

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