ONU anuncia morte de funcionário acusado de crimes sexuais (Português África)

26 agosto 2009

Funcionário de nacionalidade americana trabalhava para a missão na Libéria; ele foi encontrado morto na sua residência em circunstâncias ainda por esclarecer.

Carlos Araújo, da Rádio ONU em Nova Iorque.

As Nações Unidas anunciaram esta quarta-feira a morte de um funcionário internacional da sua missão na Libéria que estava a ser investigado por alegações de exploração sexual e abuso de menores.

O cidadão americano morreu na sua residência, em Monróvia, capital do país, esta segunda-feira, dia 24, em circunstâncias ainda por esclarecer.

Alegações

Uma nota da missão da ONU na Libéria, Unmil, indica que as investigações iniciais às alegações estavam a ser feitas pela missão, em colaboração com o governo liberiano e a embaixada americana.

O mesmo comunicado afirma que no decorrer desse inquérito, os movimentos do funcionário foram limitados à sua residência devido a um problema médico pré-existente.

Dois investigadores da ONU chegaram recentemente à Libéria, provenientes de Nairobi, no Quénia, para participarem no inquérito.

Prática Repugnante

A Unmil reiterou energicamente que as Nações Unidas investigam todas as alegações de comportamento impróprio por parte do seu pessoal e tomam medidas apropriadas quando os seus funcionários são declarados culpados.

A nota realça ainda que a ONU encara todas as alegações de crimes sexuais contra crianças com extrema seriedade e está empenhada em combater esta prática repugnante em conformidade com a política de tolerância zero defendida pelo Secretário-Geral.

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