Brasileira e Boina-Azul no Haiti

29 maio 2009

Walter Mulondi, da Missão da ONU no Haiti, Minustah, conversou com a médica brasileira, Carla Maria Clausi, sobre o papel das mulheres em missões de paz; em 29 de maio a ONU comemorou o Dia Internacional dos Boinas-Azuis.

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.*

As Nações Unidas marcaram nesta sexta-feira o Dia Internacional dos Boinas-Azuis, como são conhecidos os integrantes das forças de paz da organização.

Sob o tema, "Mulher em Forças de Paz: O Poder de Capacitar", o dia destacou o papel feminino no processo de criação da paz em países que foram afetados por conflitos e guerras.

Uniforme

Segundo a ONU, cada vez mais mulheres estão se juntando às operações de paz como civis, militares e policiais.

A participação feminina nas missões atingiu 30% dos 110 mil funcionários em forças de paz.

A médica brasileira Carla Maria Clausi conversou com o repórter Walter Mulondi que trabalha na Minustah, a Missão da ONU no Haiti. Mulondi começou perguntando nesta entrevista para a Rádio ONU, de Porto Príncipe sobre o papel feminino nas operações.

Acompanhe a primeira parte da entrevista.

Acompanhe a segunda parte da entrevista.

Em Nova York, o Secretário-Geral, Ban Ki-moon, e o subsecretário para Operações de Paz, Alan Le Roy, depositou uma coroa de flores em memória dos 132 boinas-azuis que morreram no ano passado em serviço.

Desde o início das operações de paz há mais de 60 anos, mais de 2,5 mil soldados foram mortos em missões da ONU.

*Reportagem: Walter Mulondi, Minustah, Porto Príncipe.

 

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