África aumenta influência no Banco Mundial

12 fevereiro 2009

Presidente do órgão, Robert Zoellick, disse que o reforço do papel dos países em desenvolvimento era um primeiro passo para reformas mais ambiciosas.

Carlos Araújo, da Rádio ONU em Nova Iorque.

A Directoria Executiva do Banco Mundial aprovou uma primeira fase de reformas destinadas a aumentar a influência dos países em desenvolvimento no órgão.

A África sub-Saariana terá direito a um assento suplementar, o que dará aos países em desenvolvimento uma maioria de lugares na Directoria Executiva.

O presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, disse que o reforço do papel dos países em desenvolvimento era crucial para o fornecimento de uma ajuda efectiva e a promoção de uma prosperidade partilhada na nova realidade económica do século 21.

Equitativo

Ele descreveu o novo assento africano na Directoria Executiva do banco como uma mudança real e um primeiro passo para reformas mais ambiciosas.

O Banco Mundial concordou também em explorar a possibilidade de instalar um sistema de votação mais equitativo entre os países desenvolvidos e os em desenvolvimento.

O aumento do número de funcionários dos países em desenvolvimento dentro do Banco Mundial, particularmente em cargos de responsabilidade, é também visto como um importante factor de reforma. Cerca de 2/3 de todos os funcionários do banco e 42% dos seus gestores são desses países.

 

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