Unesco diz que Somália deve proteger jornalistas (Português para o Brasil)

9 fevereiro 2009

Diretor-geral, Koïchiro Matsuura, condenou assassinato do radialista somali Said Thalil Ahmed, ocorrido em 4 de fevereiro.

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

A Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, pediu as autoridades da Somália que não poupem esforços para acabar com ataques contra jornalistas no país.

Nesta segunda-feira, o diretor-geral da Unesco, Koïchiro Matsuura, condenou o assassinato do jornalista Said Thalil Ahmed, ocorrido na quarta-feira passada.

Eleições

Ele chefiava a Rádio Horn Afrik e foi morto com um tiro na cabeça na capital Mogadíscio.

A organização Coalizão Somali por Liberdade de Expressão emitiu uma nota associando o assassinato de Said Thalil Ahmed com a cobertura sobre as eleições presidenciais realizadas pela rádio.

Matsuura disse que o jornalista pagou com a própria vida pela prática do direito humano e fundamental à liberdade de expressão, e por garantir a todos o direito de receber informações de profissionais livres e independentes.

Desde o início do ano, dois jornalistas já foram assassinados na Somália.

Segundo a ONG, Repórteres Sem Fronteiras, o país do leste da África é um dos mais perigosos para a prática do jornalismo.

 

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