Árabes podem ter papel maior na economia, diz Zoellick (Português para o Brasil)

19 janeiro 2009

Presidente do Banco Mundial diz que países podem oferecer grandes oportunidades para seus cidadãos e ter mais mais destaque na resposta à crise global.

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

O Banco Mundial afirmou que o mundo árabe pode desempenhar um papel ainda maior para a solução da crise financeira global, e oferecer grandes oportunidades para seus cidadãos.

A afirmação foi feita pelo presidente do banco, Robert Zoellick, durante a Cimeira Sócio-Econômica Árabe, no Kwait.

Desafios

Zoellick disse que o Banco Mundial quer ajudar os países árabes a aumentar ainda sua atuação no processo de Cooperação Sul-Sul e a lidar com os desafios do aquecimento global como a desertificação e a escassez de água.

O presidente do órgão se reuniu com vários líderes internacionais para discutir reformas econômicas, combate ao desemprego especialmente entre mulheres e jovens, e aumento de investimentos pelo setor privado.

O Secretário-Geral da ONU , Ban Ki-moon, também discursou na Cimeira Árabe e disse que as Nações Unidas estão comprometidas com o desenvolvimento dos países da região.

Compromisso

E lembrou que milhares de funcionários da organização estão trabalhando de Marrocos a Omã, da Síria ao Sudão com base neste compromisso.

Ban afirmou que a região concentra uma das maiores populações de refugiados do mundo. No Líbano e na Jordânia cerca de 10% dos habitantes são de outros países.

No Iraque e na Somália, uma em cada 10 pessoas é deslocada interna.

 

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