AL deve investir mais em pesquisa, diz Cepal
BR

31 dezembro 2008

Região destina menos de 1% do PIB à atividade enquanto países ricos aplicam 2,5%; Brasil lidera em pesquisas para o desenvolvimento.

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York*.

Um artigo da Revista Cepal, Comissão Econômica para América Latina e Caribe, revela que a região deve investir mais em pequisas como forma de crescimento econômico.

Segundo o artigo, assinado pelo economista da Cepal, Luis Felipe Jiménez, um dos instrumentos que garantirão mais recursos para a transformação produtiva é o chamado capital de risco.

Universidades

Jiménez afirma que o atraso da América Latina em pesquisas pode acabar se revertendo na criação de um sistema de financiamento que sustente o processo de inovação.

O economista lembrou ainda que enquanto a região destina menos de 1% de seu Produto Interno Bruto, PIB, para a pesquisa e o desenvolvimento, os países industrializados investem 2,5% do PIB.

O Brasil é o país com o maior nível de incentivo à pesquisa com cerca de 1% do PIB. O número equivale ao dobro da quantia destinada ao setor por Chile, Argentina e México.

Nos países desenvolvidos, a iniciativa privada responde por mais de 60% dos investimentos. Já na América Latina e no Caribe, a maior parte dos gastos cabe a governos e universidades.

Apresentação*: Leda Letra, Rádio ONU em Nova York.

 

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