Crescimento urbano não pode excluir pobres, diz ONU
BR

6 novembro 2008

Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos, UN-Habitat, pediu aos participantes do 4º Fórum Urbano Mundial que garantam o direito à moradia, saúde, água potável e seRviços públicos às populações urbanas pobres.

Marco Alfaro, da Rádio ONU em Nova York.

A diretora-executiva do Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos, UH-Habitat, Anna Tibaijuka, encerrou, nesta quinta-feira, em Nanquim, na China, o 4º Fórum Urbano Mundial, com um apelo para que o rápido crescimento urbano não exclua os mais pobres.

A informação é do enviado da Rádio ONU, Maoqi Li.

Responsabilidade

Tibaijuka pediu aos participantes que garantam o direito à moradia, saúde, água potável e seviços públicos às populações urbanas mais pobres, em meio a crise financeira atual.

Ela lembrou a responsabilidade dos governos na promoção de financiamentos habitacionais para populações de baixa renda. E afirmou que o encontro em Nanquim foi produtivo.

Brasil

O Consul Geral do Brasil em Xangai, Marcos Caramurú de Paiva, falou à Radio ONU, de Nanquim, sobre os motivos que levaram o Brasil a sediar o 5º Fórum Urbano Mundial, no Rio de Janeiro, em 2010.

"Nós quisemos fazer isso, primeiro, porque temos um programa muito expressivo de apoio às cidades brasileiras. Segundo porque uma expressiva maioria da população brasileira vive em cidades. Este é um tema crucial para nós. É um tema central na vida brasileira. E trazer as experiências de fora, e nos envolvermos com as experiências de outros países é muito importante para nós" disse.

Durante o encontro, o UN-Habitat lançou um fundo de US$ 2 milhões, o equivalente a mais de R$ 4 milhões, para desenvolver projetos coordenados por jovens vivendo em cidades.

 

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