FAO discute, em Londres, crise alimentar
BR

14 outubro 2008

Diretor-geral da organização (foto) participa de reunião sobre soluções para alta no preço dos alimentos e do número de famintos no mundo.

Eduardo Costa, da Rádio ONU em Nova York.

Começa nesta terça-feira, em Londres, uma reunião internacional sobre os efeitos da crise global alimentar.

A reunião, no Instituto Exterior de Desenvolvimento, pretende encontrar soluções para combater o problema agravado com a crise financeira internacional.

Leia o boletim de Marcelo Torres, da Rádio ONU, em Londres.

O diretor-geral da FAO, Jacques Diouf, expõe no evento ações que a organização vem adotando para minimizar a crise mundial de alimentos. Como, por exemplo, a distribuição de sementes para agricultores pobres e apoio ao comércio agrícola internacional.

Alimentação Precária

O papel da FAO na diminuição da pobreza no planeta tornou-se especialmente crucial depois da crise no preço dos alimentos, que começou no ano passado.

Pela primeira vez, em 50 anos, comprar comida ficou mais caro. Isso jogou outras 75 milhões de pessoas nas estatísticas da subnutrição em todo o mundo.

No total, quase 1 bilhão de pessoas atualmente têm uma alimentação precária.

Diouf também explica para os participantes do encontro a estratégia da FAO para preparar o mundo para uma população de 9 bilhões de habitantes em 2050.

Segundo a FAO, mais de 920 milhões de pessoas estão subnutridas no mundo.

 

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