Risco de radiação para pacientes

20 outubro 2008

Relatório do Comitê das Nações Unidas sobre Conseqüências da Radiação Atômica, lançado em 2000, revela que pacientes são expostos a 200 vezes mais radiação iônica do que médicos; Em alguns países, o número pode ser até 500 vezes maior.

Samantha Barthelemy, da Rádio ONU em Nova York.*

A Agência Internacional de Energia Atômica, Aiea, informou, na última quinta-feira, que a radiação iônica utilizada na detecção da causa e da abrangência de doenças pode estar colocando pacientes em risco.

Segundo a agência, todo ano, são feitos cerca de 4 bilhões de exames de raio X, 30 milhões de medicina nuclear e 5 milhões de pessoas recebem tratamento por radioterapia.

Riscos

De acordo com um especialista da Aiea, Madan Rehani, há preocupações de que as novas tecnologias não estejam protegendo os pacientes como esperado pelos médicos.

Segundo um relatório do Comitê das Nações Unidas sobre Conseqüências da Radiação Atômica, lançado em 2000, os pacientes são expostos a 200 vezes mais radiação iônica do que médicos.

Durante este final de semana, a Aiea organizou uma reunião em Buenos Aires, na Argentina, para discutir as conseqüências das novas tecnologias de radiação terapêutica e técnica de tomografia.

O encontro reuniu especialistas em medicina e proteção radiológica e fabricantes de equipamentos de radiologia.

Apresentação*: Mônica Villela Grayley, Rádio ONU em Nova York.

 

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