Democracia em Mianmar levará décadas
BR

27 outubro 2008

Relator do Conselho de Direitos Humanos para Mianmar, Tomás Ojea Quintana (foto), pediu a libertação imediata da líder da oposição e Prêmio Nobel da Paz, Aung San Suu Kyi, mantida em prisão domiciliar pelo governo birmanês.

Samantha Barthelemy, da Rádio ONU em Nova York.*

O relator do Conselho de Direitos Humanos da ONU para Mianmar, Tomás Ojea Quintana, disse que o estabelecimento da democracia no país asiático levará algumas décadas.

Quintana falou diante da Assembléia Geral da ONU durante o encontro de relatores da organização, que terminou na sexta-feira.

Libertação

Ele afirmou que referências devem ser criadas para promover o progresso em Mianmar. E que a comunidade internacional deve assistir as autoridades locais no trabalho para alcançar estes objetivos

Segundo o relator, a Assembléia Geral não deve somente adotar resoluções relacionadas à situação no país, que é liderado por uma junta militar, mas também fornecer recursos para a implementação de suas decisões.

Numa entrevista a jornalistas, Quintana pediu a libertação imediata da líder da oposição e Prêmio Nobel da Paz, Aung San Suu Kyi, mantida em prisão domiciliar pelo governo birmanês.

E disse que ela está sob detenção arbitrária, o que segundo ele é uma violação séria dos Direitos Humanos.

Quintana afirmou que não está confiante de que a Prêmio Nobel seja libertada num futuro próximo.

Apresentação*: Mônica Villela Grayley, Rádio ONU em Nova York.

 

♦ Receba atualizações diretamente no seu email - Assine aqui a newsletter da ONU News
♦ Baixe o aplicativo/aplicação para - iOS ou Android
♦ Siga-nos no Twitter! Assista aos vídeos no Youtube e ouça a rádio no Soundcloud