Falta de iodo ameaça 38 milhões de crianças (Português para o Brasil)

26 junho 2008

Segundo Fundo das Nações Unidas para a Infância, deficiência é uma das maiores causas de retardo mental; cerca de 85% dos lares na AL consomem sal iodado.

Mônica Villela Grayley, Rádio ONU em Nova York.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, lançou nesta quinta-feira um relatório sobre avanços na prevenção de doenças causadas por falta de iodo na dieta.

Segundo o Unicef, 38 milhões de crianças nascem todos os anos com risco de danos cerebrais por deficiência de iodo.

Ação Coordenada

Mas de acordo com o relatório, ações coordenadas por governos, comunidades e empresas fabricantes de sal levaram a avanços, nos últimos 20 anos, para combater o problema através da produção de sal iodado.

Na América Latina, cerca de 85% dos lares consomem iodo no sal, 1% a mais que na região da Ásia-Pacífico.

De acordo com especialistas, a falta de iodo durante a gravidez causa sérios riscos para o desenvolvimento do feto incluindo problemas de coordenação motora e de audição.

Segundo o Unicef, apesar dos avanços alcançados para combater a falta de iodo em dietas, ainda há muito a ser feito para que toda criança receba acesso universal à alimentação com iodo na infância.

 

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