Moçambique e o Dia da Liberdade de Imprensa

Moçambique e o Dia da Liberdade de Imprensa

Koïchiro Matsuura (foto) em Moçambique para o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa.

João Duarte, Rádio ONU em Nova York.

O director da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, Koïchiro Matsuura, está em Moçambique onde se ultimam os preparativos para a celebração do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, marcado para Sábado, dia 3 de Maio.

A capital, Maputo, é o local onde decorrerão as cerimónias.

Em Moçambique, a Rádio Nacional, que é parceira da Rádio ONU, vai assinalar a data com vários eventos, entre eles um debate.

Responsabilidade

O director de informação, Ricardo Dimande, disse à Rádio ONU, de Maputo, que liberdade de imprensa e responsabilidade são duas faces da mesma moeda.

“Um dos aspectos que gostariamos de discutir no debate que a Rádio Moçambique vai fazer é justamente vermos até que ponto é que os orgãos de informação e jornalistas no sentido geral, eles próprios assumem a sua quota de responsabilidade no exercício da sua tal liberdade de imprensa”, disse.

Em antecipação à data o caso da imprensa e dos meios de comunicação no Brasil foi analisado num debate na sede da ONU, esta quinta-feira.

Acesso

Sob o tema “Informação e Empoderamento de Indivíduos”, a cerimónia foi dirigida pelo subsecretário-geral de Informação Pública da ONU, Kiyotaka Akasaka.

Durante a cerimónia em Nova York, o subsecretário-geral Akasaka, pediu a todos os participantes que fizessem um minuto de silêncio em memória dos profissionais mortos em serviço.

De acordo com o Comité de Protecção a Jornalistas, o Iraque continua a ser o país mais perigoso para o exercício da profissão, seguido da Serra Leoa e da Somália.