Tráfico de armas

9 novembro 2007

O director das Organizações Internacionais do Ministério das Relações Exteriores de Angola, embaixador Virgílio Marques de Faria, disse que o governo do país continua muito preocupado com o tráfico ilegal de armas, devido ao impacto negativo na segurança mundial.

A reunião serviu para assinalar a Semana do Desarmamento da ONU que decorreu entre 24 e 31 do mês passado.

Durante esse período, as Nações Unidas promoveram uma série de debates sobre armas de destruição em massa e convencionais.

Acompanhe a entrevista com o embaixador Virgílio Marques de Faria. Ele falou sobre o contributo de Angola.

"Nós estamos organizados, em nível de Angola, em uma comissão de desarmamento da população civil que é coordenada pelo nosso Ministério do Interior. Nós temos feito todo o trabalho no sentido de solicitar às populações para nos entregarem as armas livremente. Nós não temos feito qualquer tipo de coação", explicou.

Para Virgílio Marques de Faria, um país que sai de um conflito deve aprender com os outros que desarmam civis há mais tempo.

"O país deve recorrer à experiência dos países que já têm experiência neste ramo, sem hostilização da população. Com seminários, em nível de cada província, em nível de municípios, com abordagens feitas pelas Nações Unidas, porque as Nações Unidas, neste aspecto, têm ajudado bastante. Penso que nós poderemos, muito brevemente, retirar as armas da população civil", disse.

África na ONU

Apresentação: Jorge Soares

Reportagem: Helder Gomes

Produção: Eduardo Costa

Direção Técnica: Louis Bastion

 

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