OMI pede ações contra piratas do mar na Somália
BR

29 novembro 2007

Os piratas estão colocando em risco operações de ajuda humanitária que beneficiam cerca de 1,2 milhão de pessoas.

Mônica Valéria Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

A Organização Marítima Internacional, OMI, pediu à comunidade internacional que adote medidas para prevenir e eliminar atos de pirataria e roubos contra navios na costa da Somália, no leste da África.

Segundo a OMI, os piratas estão colocando em risco as operações de ajuda humanitária que beneficiam cerca de 1,2 milhão de pessoas.

Quase 80% dos recursos distribuídos pelo Programa Mundial de Alimentos, PMA, são transportados por via marítima.

A OMI pediu ao Governo Federal de Transição da Somália para assegurar o fim dos ataques.

O apoio da França

No seu último relatório sobre a Somália, o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, elogiou a decisão do governo francês que disponibilizou barcos da Marinha de Guerra para proteger os navios que transportam ajuda humanitária ao país.

Ban Ki-moon pediu a outros países que sigam o exemplo da França.

A violência na Somália começou em 1991 após o presidente Muhammad Siad Barre deixar o governo.

Nos últimos meses têm-se registado combates em Mogadíscio, capital do país, entre tropas do governo e os rebeldes da União dos Tribunais Islâmicos.

 

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