Conferência da ONU propõe eliminação de armas nucleares e químicas
BR

7 agosto 2007

Dezenas de especialistas em armas nucleares e químicas estão reunidos em Genebra, na Suíça, para a 3ª. Parte da Conferência sobre Desarmamento das Nações Unidas.

Entre as discussões está o lançamento de um tratado de proibição de materiais fósseis para criação de armas atômicas.

O alto-representante das Nações Unidas para o Desarmamento, embaixador Sergio Duarte, explicou alguns acordos negociados neste fórum, que existe há quase 40 anos.

“No âmbito dessa conferência foram negociados vários tratados importantes no campo do desarmamento, como o tratado de não-proliferação de armas nucleares, o tratado de proibição de armas químicas, o tratado de proibição de ensaios nucleares subterrâneos e algumas outras importantes medidas nesse campo. E será inaugurada agora a chamada Conferência do Desarmamento”, disse.

Sergio Duarte falou sobre algumas alternativas de avanços no processo de desarmamento no mundo.

“Enquanto nós não tivermos um sistema de segurança internacional, que substitua a posse de armamentos, é óbvio que os armamentos continuarão a ser a base da segurança. Todos os países têm vários deveres fundamentais.

Mas um dos deveres fundamentais de qualquer Estado é prover sua segurança. Naturalmente, os Estados mais poderosos que possuem mais armamentos têm mais dificuldades em desfazer-se deles”, explicou.

Um porta-voz da conferência em Genebra disse que é possível eliminar as armas do mundo. Segundo ele, 33% dos arsenais bélicos já foram destruídos. O evento deve terminar em 14 de setembro.

 

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