Malária em África

25 abril 2007

Dados da Organização Mundial da Saúde, OMS, indicam que cerca de 1 milhão de pessoas morrem todos os anos por causa da Malária que afecta mais de 300 milhões em todo o mundo. A vice-ministra da saúde de Moçambique, Aida Libombo, em entrevista à Rádio ONU, fala dos resultados da luta contra o paludismo no país.

Para além de afectar os seres humanos, a doença também conhecida como paludismo causa ainda um prejuízo de mais de 12 biliões de dólares por ano aos países afectados.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, afirma que as crianças africanas são as mais atingidas. A cada 30 segundos, um menor morre no continente por causa da malária.

A vice-ministra da saúde de Moçambique, Aida Libombo, em entrevista à Rádio ONU, de Maputo, fala dos resultados da luta contra o paludismo no país.

“Nós conseguimos definir uma estratégia muito clara em relação à malária que nos permite actuar sobre a doença em diferentes ângulos: acções preventivas que consistem no controlo do vector através das pulverizações inter-domiciliárias; através da utilização de mosquiteiros impregnados com insecticidas; saneamento do meio; e mobilização social”, disse.

Aida Libombo explica que a situação de pobreza em que vivem muitos países africanos faz com que a doença não seja facilmente combatida.

Ela acrescenta que é importante que as pessoas conheçam os sintomas e, quando detectada, não se demore muito tempo a recorrer à assistência médica.

 

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