ONU nomeia guineense para Instituto de Formação e Pesquisa

ONU nomeia guineense para Instituto de Formação e Pesquisa

Carlos Lopes, da Guiné-Bissau, foi nomeado director-executivo do Instituto para Formação e Pesquisa da ONU, em Genebra.

Ainda nesta sexta-feira, a porta-voz do Secretário-Geral da ONU, Michele Montas, anunciou o juramento de mais três subsecretários-gerais.

Os empossados são John Holmes para área de Assistência Humanitária, Lynn Pascoe para Assuntos Políticos e o subsecretário-geral para Assembleia Geral e Serviços de Administração de Conferências, Muhammad Shaaban.

Montas disse ainda que Ban Ki-moon nomeou o nigeriano Ibrahim Gambari como seu assessor especial para o Plano Internacional para o Iraque e outros temas políticos. Gambari terá a categoria de subsecretário-geral, conservando a posição que mantinha até muito recentemente.

Além disso, o ex-assessor de Ban Ki-moon para assuntos políticos, Carlos Lopes, da Guiné-Bissau, foi nomeado director-executivo do Instituto para Formação e Pesquisa da ONU, em Genebra.

Antes da nomeação, Carlos Lopes falou à Rádio ONU sobre o papel que vai desempenhar no Instituto.

“O meu cargo de director-executivo é dirigir o Instituto para Formação e Pesquisa das Nações Unidas que tem sede em Genebra e que se ocupa de programas de formação tanto em nível directo, como através de cursos de correspondência. Também faz pesquisa nas áreas de paz e segurança e questões de desenvolvimento sócio-económico”, disse

Ainda em Nova York, a Comissão de Estatística das Nações Unidas encerrou uma semana de comemorações de sua 60ª sessão.

A Divisão de Estatística é parte da Conselho Económico e Social das Nações Unidas, Ecosoc.

A representante da divisão de Estatística das Nações Unidas, Fabia Yazaki, falou à Rádio ONU sobre os planos da divisão junto com as Metas do Milénio.

“São basicamente dois pontos de importância: a construção e o reforço da capacidade, em nível nacional, para os países que possam produzir as estatísticas oficiais e também uma necessidade de uma coordenação maior no nível internacional entre a ONU e as agências internacionais para que essa capacidade estatística possa ser desenvolvida nos países que necessitam”, disse.

O objectivo da divisão é construir um sistema global de dados sobre todos os países-membros da ONU.