OIT alerta para a feminização da pobreza

OIT alerta para a feminização da pobreza

Um relatório da Organização Internacional do Trabalho, OIT, afirma que as mulheres continuam a ser as maiores vítimas da desigualdade salarial e da insegurança laboral.

A responsável pelo relatório da OIT, Dorothea Schmidt, explicou em conferência de imprensa que há uma estagnação no crescimento de mulheres nos centros laborais.

A OIT destaca que há mais de 81 milhões de mulheres no desemprego, uma taxa nunca antes registada.

Ainda para celebrar o Dia Internacional das Mulheres, o governo brasileiro em conjunto com as Nações Unidas, divulgou um programa para conter a feminização do HIV/Sida.

A representante do Fundo das Nações Unidas para a População, Fnuap, no Brasil, Alanna Armitage, falou à Rádio ONU sobre os objectivos do plano.

“O plano tem várias metas e as principais são: dobrar de 35% para 70% a proporção de mulheres que relatem já terem feito o teste de HIV, reduzir a taxa de transmissão vertical do HIV de 4% para menos de 1% até 2008, aumentar a aquisição de preservativo feminino de 4 milhões, em 2007 para 10 milhões em 2008, e eliminar a sífilis congénita” explicou.

Para além do governo brasileiro e do Fnuap, a iniciativa conta com o apoio do Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher, Unifem, e do Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef.