Aiea e FAO preocupadas com o futuro das cabras bengalesas

21 março 2007

Pesquisas mantidas pela Agência Internacional de Energia Atômica, Aiea, e pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO estão ajudando Bangladesh a proteger o futuro das cabras negras bengalesas.

Os cientistas da agência atômica da ONU estão aplicando ferramentas nucleares e moleculares para fazer uma análise do DNA da espécie e estudar como os rebanhos podem se adaptar às mudanças ambientais.

Embora não se possa precisar o número de cabras que vivem hoje em Bangladesh, um dos países mais pobres do mundo, algumas estimativas giram em torno de 30 milhões.

No total, elas abastecem o país com cerca de 30 mil toneladas de carne e cerca de 7 milhões de metros quadrados de pele e couro, além de leite e outros produtos importantes para a subsistência diária de centenas de famílias.

A carne e o couro das cabras bengalesas negras são de excelente qualidade e custam muito caro no mercado local e internacional.

 

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