Legado de Kofi Annan

21 dezembro 2006

O ganês Kofi Annan deixará em 31 de Dezembro o cargo de Secretário-Geral da ONU. A Rádio ONU conversou com o embaixador de São Tomé e Príncipe, Ovídio Pequeno, sobre o legado de Annan.

O Secretário-Geral conseguiu, na Cimeira Mundial de 2000, engajar a comunidade internacional nos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, para reduzir as desigualdades sociais e económicas.

Jorge Soares e Mônica Valéria Grayley conversou com Ovídio Pequeno, embaixador de São Tomé e Príncipe nas Nações Unidas sobre o legado de Annan.

Ovídio Pequeno lembrou que Kofi Annan assumiu as funções de Secretário-Geral num período conturbado da história, em que teve que lidar com muitos focos de conflitos. Ele citou os casos da Guiné-Bissau, Angola, Timor-Leste, Moçambique e inclusivamente São Tomé e Príncipe.

“Nos vários encontros que tive com Kofi Annan, ele falava sempre da preocupação que as Nações Unidas tinham em relação a São Tomé e Príncipe devido a uma série de problemas que nós tivemos; e deu muita atenção à questão das ilhas. Ele fez o que foi possível fazer nas circunstâncias que teve”, disse.

Pequeno falou ainda na reforma do Conselho de Segurança da ONU e defendeu dois lugares para a África no grupo de membros permanentes, e com direito a veto.

 

♦ Receba atualizações diretamente no seu email - Assine aqui a newsletter da ONU News
♦ Baixe o aplicativo/aplicação para - iOS ou Android
♦ Siga-nos no Twitter! Assista aos vídeos no Youtube e ouça a rádio no Soundcloud